Pacientes em estudos clínicos, em fila de transplante ou em tratamentos que exigem monitoramento imunológico rigoroso não podem correr o risco de uma infecção evitável comprometer meses ou anos de acompanhamento. O Instituto Hórus cuida do fornecimento, da aplicação e do acompanhamento vacinal desses pacientes.
Fale com nosso time institucionalPacientes em estudos clínicos, candidatos a transplante ou em tratamentos com terapias imunossupressoras vivem em um equilíbrio delicado. O próprio tratamento, ou a condição de base, reduz a capacidade do organismo de reagir a infecções que, para a maioria das pessoas, seriam simples de resolver. Uma infecção oportunista nesse contexto pode significar internação, interrupção do protocolo de pesquisa ou adiamento de um transplante já programado.
Por isso, sociedades médicas como a SBIm e a ABTO recomendam que o esquema vacinal desses pacientes seja iniciado o quanto antes, ainda na fase de candidatura ao transplante ou de inclusão no estudo, e reavaliado ao longo de todo o acompanhamento. O tipo de vacina, o momento da aplicação e quais vacinas podem ou não ser usadas dependem de fatores individuais, como a doença de base, o tipo de terapia imunossupressora em uso e o tempo decorrido desde o procedimento.
Trabalhamos com um portfólio completo de vacinas, e ajustamos cada esquema vacinal às particularidades do estudo ou do tratamento em curso, sempre em articulação com a equipe médica responsável pelo paciente.
Todas as aplicações seguem protocolos rigorosos de higienização e cadeia de frio, com registro detalhado de cada dose, para que a instituição parceira tenha rastreabilidade completa do histórico vacinal de cada paciente.
Sabemos que, em pacientes imunossuprimidos, nem toda vacina pode ser aplicada em qualquer momento. Acompanhamos essas particularidades junto à equipe clínica do centro de pesquisa, para que a imunização proteja o paciente sem interferir no protocolo do estudo.
Mantemos estoque próprio das principais vacinas utilizadas por esse perfil de paciente, o que evita atrasos que poderiam comprometer o cronograma de um estudo ou a preparação para um transplante.
Alinhamento inicial com a equipe médica e de pesquisa do centro parceiro sobre o perfil dos pacientes e os requisitos do protocolo.
Definição do esquema vacinal individualizado para cada paciente, respeitando contraindicações e o momento clínico.
Aplicação das vacinas nas dependências do centro de pesquisa ou do Instituto Hórus, conforme a logística acordada.
Acompanhamento contínuo e atualização do esquema vacinal ao longo de todo o tratamento ou estudo.
Diretora Médica da Clínica de Vacinas Instituto Hórus
Médica Neurocirurgiã (RQE 46608) e Neurofisiologista Clínica (RQE 46608-1)
A Clínica de Vacinas é dirigida pela Dra. Alessandra de Moura Lima, médica neurocirurgiã e neurofisiologista com mais de 25 anos de experiência clínica.
Atuando em procedimentos complexos e inovadores no Instituto Hórus, Dra. Alessandra traz o rigor da neurocirurgia e da oncologia para a gestão da imunização, o que sustenta tecnicamente a condução de esquemas vacinais em pacientes de perfil clínico complexo, como os de centros de pesquisa e candidatos a transplante.
Fale com nosso time institucional e entenda como o Instituto Hórus pode se tornar o parceiro de imunização dos seus pacientes em estudo.
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